8 de mai de 2010

Perdida. e quase encontrei na raiva e na angústia o tédio.
Veio então o impulso, o suspense jogou dados com o silêncio, e ganhou o prazer de virar o jogo, misturar a dama e o dado, todos os jogos.
 Achei-me desejando, inquieta, no fingido minuto de paz, o instante em que os números rolariam, lançada a sorte. As sortes, as cartas que são jogadas e aquelas desperdiçadas - talvez .
Mas não é sempre assim?
Um eterno perde eu ganha - talvez um eterno ganhar.
Sim, mesmo na dor ganhamos : força, aprendizado,coragem
Na mesa da vida rolam-se os dados!
Sorte no jogo, azar no amor?
Talvez não, afinal o amor é um jogo não é?
O mistério, perder sempre e ganhar em dobro.
A vez é nossa, não vez nem reveses, só o jogo assim, nessa mesa.

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