7 de set de 2010



“ Não é raro, tropeço e caio. Às vezes, tombo feio de ralar o coração todinho.
Claro que dói, mas tem uma coisa: a minha fé continua em pé.”

Ana Jácomo
Essa inquietação embaraça seus pensamentos e anuvia sua vista.
Lágrimas teimam em escorrer pelo seu rosto.
O seu coração sangra e o vazio que há no peito existe uma resposta.
Mas Deus não te daria uma cruz que não pudesse carregar.
 Ele dá a força, e te faz perceber que nenhum sofrimento é em vão.
Mas dói, como dói.
Chove pesado dentro dela.
E depois de semanas frias e nebulosas, abriu as janelas e deu de cara com um hiato:
céu azul, nuvens brancas e sol amarelo quente, simples assim, feito desenho de criança.
Cenário perfeito para levar a alma para passear.
E ela, depois de dias encolhida, aceitou dançar com a brisa. Pulando uma amarelinha velha, tatuada no asfalto com tijolo vermelho, embalou os sonhos, arejou os pensamentos e preparou o sorriso de bom dia.

Um comentário:

  1. que saudade eu estava de ler suas palavras bem encaixadas em frases perfeitas...
    que saudade eu estou de vc...
    parabens, os textos continuam lindos...

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