30 de dez de 2011



E enquanto minha alma se abraça presa nos caminhos seus, meus pés vão deambulando em suas delicadezas. 
Você chega ofertando versos, risos, músicas e amor. Um carinho em dose de conta-gotas.
Ouço sua voz ao longe enfeitando com giz de cera a janela do meu quarto. E então, surge um arco-íris de risos seus no céu da minha boca. 
É incrivel caminhar nesse horizonte de distâncias nossas, de almas estas que se somam juntas. E que recolhe do infinito as asas da poesia. 
 Na penumbra da noite, desejo suas mãos dedilhando minha cintura em intermináveis afagos que aquecem e faz minha morada. 
Vem e me mantem suave.

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