Sentimentos.
Que nunca valeram de nada pra você, que nem sequer me amar, amou. Eu sei que
nunca fui suficiente pra você. Nem pra você, nem pra ninguém. Pode confessar,
que nunca fui a peça que faltava no seu quebra-cabeça, ou a chave que abriria o
seu cadeado. Eu não era de nada pra você. “Quem garante que eu não estava lhe
servindo, apenas para tapar buracos e curar feridas?” Ninguém. Poxa, eu sei que
fui muito burra. Tão, mais tão, que pude acreditar em meras palavras. Palavras
de promessa. Que obviamente, não se cumpriram. Pois agora, não acredito mais em
nada. E tudo graças a você. Ô, pelo menos uma coisa boa né. Me ensinou algo que
valeu a pena. É, tu me ensinou a ser forte, não acreditar em qualquer “eu te
amo” de esquina não. Que quando a gente ama alguém, a gente prova do jeito mais
bonito. É, coisa que você fez. Só que tinha um problema: era tudo mentira. Não,
mas agora é sério, não vou mentir. Você me ensinou a amar. Você, me ensinou a te amar. E hoje, eu amo as coisas da maneira mais bonita que
sei. E eu ainda te amo. Mas quer saber? Chega. Chega de bancar a dramática e a
chorona. Chegar de enfiar minha cara no travesseiro pra não ouvir os meus
soluços. Chega de passar maquiagem pra disfarçar as olheiras, de noites mal
dormidas e dias solitários. Chega, chega. Agora, eu vou mudar. Por que, saiba,
que nem você nem ninguém, com toda sua falta de amor, vai acabar comigo. De
novo. Saiba que agora, eu não me vou me importar mais. Com todas essas coisas
que passaram, com tudo o que passamos. Passado é passado. Fica lá trás, pra
trás. Exatamente agora o que eu tenho de melhor á fazer é esquecer. Mas
esquecer tudo, tudo, de verdade. Por que eu sei, que nada, absolutamente nada,
vai voltar. Eu não sei se queria essas coisas ficassem lá, presas no passado.
Esperando ninguém as tirarem de lá. Mas aliás elas já estão sendo esquecidas
por mim, quanto mais por você. Já foram. Pois eu as joguei todas fora. E eu sei
que a minha parte eu já fiz. A sua, você nunca fez, porque talvez nunca tenha
existido. Mas agora, dane-se também, eu não nasci pra sofrer, me humilhar e
tudo mais, por você. Já basta. Bem, mas poxa, você não teve nem um pouquinho de
consideração por mim? Diz mesmo pra que você me queria na sua vida. Era pra
usar, pra testar sua capacidade de esquecer, magoar, humilhar, alguém tão
fácil? E quando não desse mais, simplesmente jogasse fora, no lixo. Foi o que
você fez comigo, e agora foi, o que eu fiz com nós. Aliás, não só com nós mas
com todas as nossas coisas. E sinceramente, a única coisa que eu espero
realmente, é que a droga do caminhão de lixo, passe logo, porque eu não aguento
mais olhar da janela, pra aquele saco de lixo na calçada e ficar com uma
vontade imensa de abri-lo. Talvez pra relembrar, pra consertar…qualquer coisa.
Qualquer coisa que me trouxesse você de volta.
10 de mar. de 2014
26 de fev. de 2014
Jurei ao vento que por ti não voltaria a
chorar, prometi ao sol que seria forte para te mandar embora todas às vezes que
você voltasse, a cada nuvem eu disse que não cairia em teus encantos novamente,
para as flores falei que jamais voltaria a acreditar em tuas falsas palavras e
ao mundo gritei que não havia mais sentimento dentro do peito.
Mas eu e esse meu pobre coração sabíamos
que esse amor ainda estava aqui, que ele era um dragão adormecido louco para
despertar e eu caminhei nas pontas dos pés durante todo esse tempo por medo de
sofrer mais uma vez, durante esses meses servi a todos regada de um sorriso
imenso que nunca fez parte de mim, disse a eles o que queriam ouvir, mas não
tiveram paciência para ouvir o que eu tinha para lhes dizer.
Mas hoje a armadura estava pesada demais,
deixei-a de lado, sentei um pouco para olhar o mundo e você sentou-se também,
de alma despida eu me entreguei sem motivo algum, joguei-me ao chão e cá estou
perdida em um desejo imenso de te ter de novo.
E
lá se foram às juras, as promessas, os dizeres, as falas e os gritos...
Eu
secretamente quis tanto e você como eu tanto implorei voltou, mas foi apenas
para fazer a saudades aumentar um pouco mais, somente para me lembrar do quanto
sou fraca perto desse amor.
Já te vejo distante como antes, já te
vejo em meio de outros olhares, sorrisos e abraços. Estou tão perdida essa
noite, estou tão solitária aqui dentro. Sem armadura eu sou tão pequena, meu
amor, sem armadura eu sou tão sua...
Não importa o quanto eu diga que já lhe
esqueci, a verdade é que você sobrevive em cada célula minha, mas ninguém
entenderia isso, nem mesmo você.
Hoje sou pó, amanhã me recomponho e volto
a ser a atriz da minha vida e assim vou caminhando até você surpreendentemente
voltar para destruir esse meu rosto feito e borrar mais uma vez todo meu quadro
com essa sua mania de me fazer lembrar o que eu não esqueço nunca.
20 de fev. de 2014
Eu duvido ! Duvido que você não
chame meu nome quando você sente falta de alguém, duvido que não sinta falta do
meu carinho sempre tão sincero, falta de me contar como foi seu dia, as
histórias da sua vida que sempre foram pra mim melhor do que qualquer novela.
Duvido que você não me procure nas biscates que você pega por aí, sempre tão
vazias. Vazias igual a sua liberdade idiota que nunca te serviu pra porra nenhuma. Talvez esse seja o nosso problema,
eu sou completa demais pra sua vidinha mais ou menos. Eu sinto, eu penso, eu
falo, eu te conheço, isso te assusta né ? "Tô invadindo seu espaço ?
Desculpa." Essa fui eu, durante todo esse tempo, me desculpando por que
mesmo ? Me diminui pra você ficar maior, pra você não me perceber entrando na
sua vida. Se você pudesse sentir o quanto isso dói você quem iria se desculpar.
Eu queria ligar pra você, e te falar sem pausas tudo que eu ensaio toda vez que
você me magoa, mas nunca digo pra não te magoar, afinal você não me faz mal por
mal, e talvez esse seja o pior mal que se possa fazer a alguém, tão natural.
Bobagem, como se algum ensaio no mundo fosse me deixar firme depois do seu
'alô'. Então é isso, tô te escrevendo ! Sempre fui mais segura com as palavras.
Tô te escrevendo pra talvez um dia te enviar, mas to escrevendo. E não é sobre
você dessa vez, é sobre mim. Sobre o quanto eu sou boa, igual a mim tá difícil
meu bem ! Sobre como eu não preciso usar cinco centímetros de saia e um decote
no umbigo pra ser mulher; Sobre como, ainda assim, só eu sei fazer de você um
homem. Sobre muitas coisas, mas principalmente, sobre quantos homens eu poderia
estar saindo nesse exato minuto. Não é com você, é comigo sabe ? Por exemplo,
EU te idealizo nesse momento como o melhor, não que você seja. Acho legal você
brincar com a sorte, mas se eu fosse você não teria tanta certeza da minha
posse assim ! Talvez ninguém tenha te avisado ainda, então desculpa se eu vou
te dar essa notícia sem te preparar antes, mas a porra do mundo não gira em
torno do seu umbigo ! Ficou chocado ? Acontece. Só queria te dá um conselho, em
nome da nossa amizade e meu carinho por você, tira uma mão da liberdade e
segura um terço. Fica assim, agarrado nas duas coisas sabe ? E reza, reza muito
pra não aparecer ninguém que mexa comigo enquanto você fica brincando de não
saber o que quer. Porque eu sou amor, e ainda que não seja o seu, essa é a
minha essência ! E você não deve acreditar muito nessa ideia, pelas tantas
vezes que eu quase fui, mas um dia eu vou.. sempre foi assim ! Mas deixa eu te
contar um segredo: se eu for, eu não volto.
17 de fev. de 2014
Como é a sensação de ter o coração
livre? Como é não ter alguém que atormenta a sua cabeça? Como é estar forte?
Como é não ter o mundo desabando por causa de outra pessoa?
Eu costumava ser forte, mas aí você apareceu. No começo parecia bom, tinha toda aquela sensação de adrenalina que eu sentia quando estávamos pertos, parecia que eu estava prestes a pular de um avião sem paraquedas, aquela confusão que me fazia gaguejar como se eu ainda estivesse a aprender as palavras, aquela nuvem de corações coloridos que saltavam da minha cabeça quando sorrias para mim, não havia jeito de resistir. Você não tocou a campainha, entrou arrebentando a porta e tirando tudo do lugar, eu que sempre fui tão centrada fiquei com o eixo fora do lugar, acabei presa em seus encantos e quando notei o que estava havendo era tarde demais para fugir, o amor pegou-me de jeito e de repente você passou a ser o responsável por tudo o que fazia.
Depois do extasie de alegria com a sua entrada triunfal no meu coração e da bagunça toda causada por essa sua mania de ocupar espaços que não são seus, você partiu e eu conheci a outra face do amor, agora não se trata da adrenalina de saltar sem paraquedas de um avião, é sobre cair de lá de cima sabendo que não haverá nada para me salvar aqui embaixo.
O vi voltar e partir por diversas vezes consecutivas, era só achar alguém aparentemente melhor que já estava abandonando-me como se todas as nossas despedidas não arrancassem um pedaço meu, pior era a sua volta trazendo um punhado de esperança para alimentar minha alma que logo passaria por tumultos.
Eu costumava ser forte, mas aí você apareceu. No começo parecia bom, tinha toda aquela sensação de adrenalina que eu sentia quando estávamos pertos, parecia que eu estava prestes a pular de um avião sem paraquedas, aquela confusão que me fazia gaguejar como se eu ainda estivesse a aprender as palavras, aquela nuvem de corações coloridos que saltavam da minha cabeça quando sorrias para mim, não havia jeito de resistir. Você não tocou a campainha, entrou arrebentando a porta e tirando tudo do lugar, eu que sempre fui tão centrada fiquei com o eixo fora do lugar, acabei presa em seus encantos e quando notei o que estava havendo era tarde demais para fugir, o amor pegou-me de jeito e de repente você passou a ser o responsável por tudo o que fazia.
Depois do extasie de alegria com a sua entrada triunfal no meu coração e da bagunça toda causada por essa sua mania de ocupar espaços que não são seus, você partiu e eu conheci a outra face do amor, agora não se trata da adrenalina de saltar sem paraquedas de um avião, é sobre cair de lá de cima sabendo que não haverá nada para me salvar aqui embaixo.
O vi voltar e partir por diversas vezes consecutivas, era só achar alguém aparentemente melhor que já estava abandonando-me como se todas as nossas despedidas não arrancassem um pedaço meu, pior era a sua volta trazendo um punhado de esperança para alimentar minha alma que logo passaria por tumultos.
Mas em uma dessas despedidas eu resolvi te
tirar de mim, eu estava precisando de uma faxina, resolvi desocupar lugares,
jogar fora o que já não me serve e essa história ficou pequena demais para mim,
meus objetivos não cabem mais na espera de ter-lhe sabe-se lá quando, tem uma
hora na vida que a gente precisa crescer e pra isso temos que fazer certas
escolhas que nos ajudem a atingir nossas metas, precisei escolher trancar a
porta, as janelas e o coração para qualquer coisa que me lembre de você.
Meu coração está meio maltrapilho, mas o tempo irá ajeitando a bagunça que você formou e uma hora dessas sei que vou me lembrar de como eu era antes de te conhecer.
Quem sabe um dia você resolver crescer também e a gente se encontre já maduros o suficiente para eu dizer que no fim nunca precisei de você.
Meu coração está meio maltrapilho, mas o tempo irá ajeitando a bagunça que você formou e uma hora dessas sei que vou me lembrar de como eu era antes de te conhecer.
Quem sabe um dia você resolver crescer também e a gente se encontre já maduros o suficiente para eu dizer que no fim nunca precisei de você.
7 de fev. de 2014
Jurei ao vento que por ti não voltaria a
chorar, prometi ao sol que seria forte para te mandar embora todas às vezes que
você voltasse, a cada nuvem eu disse que não cairia em teus encantos novamente,
para as flores falei que jamais voltaria a acreditar em tuas falsas palavras e
ao mundo gritei que não havia mais sentimento dentro do peito.
Mas eu e esse meu pobre coração sabíamos
que esse amor ainda estava aqui, que ele era um dragão adormecido louco para
despertar e eu caminhei nas pontas dos pés durante todo esse tempo por medo de
sofrer mais uma vez, durante esses meses servi a todos regada de um sorriso
imenso que nunca fez parte de mim, disse a eles o que queriam ouvir, mas não
tiveram paciência para ouvir o que eu tinha para lhes dizer.
Mas hoje a armadura estava pesada demais,
deixei-a de lado, sentei um pouco para olhar o mundo e você sentou-se também,
de alma despida eu me entreguei sem motivo algum, joguei-me ao chão e cá estou
perdida em um desejo imenso de te ter de novo.
E
lá se foram às juras, as promessas, os dizeres, as falas e os gritos...
Eu
secretamente quis tanto e você como eu tanto implorei voltou, mas foi apenas
para fazer a saudades aumentar um pouco mais, somente para me lembrar do quanto
sou fraca perto desse amor.
Já te vejo distante como antes, já te
vejo em meio de outros olhares, sorrisos e abraços. Estou tão perdida essa
noite, estou tão solitária aqui dentro. Sem armadura eu sou tão pequena, meu
amor, sem armadura eu sou tão sua...
Não importa o quanto eu diga que já lhe
esqueci, a verdade é que você sobrevive em cada célula minha, mas ninguém
entenderia isso, nem mesmo você.
Hoje sou pó, amanhã me recomponho e volto
a ser a atriz da minha vida e assim vou caminhando até você surpreendentemente
voltar para destruir esse meu rosto feito e borrar mais uma vez todo meu quadro
com essa sua mania de me fazer lembrar o que eu não esqueço nunca.
Assinar:
Postagens (Atom)




